Presidente da República acredita seis novos embaixadores

Data: 12/12/2017

O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, acreditou hoje, em Maputo, três Embaixadores e igual número de Alto-Comissários no seu Gabinete de Trabalho em Maputo.

Trata-se de Embaixadores Designados, Pavel Hernández, de Cuba; Marius Constantin, da Roménia; Bosson Assamoi, da Costa do Marfim; e de Alto-Comissários, Uyigue Igbe, da Nigéria; Mukaruliza Monique, do Ruanda; e Michel Burrell, da Nova Zelândia.
Discursando durante a cerimónia de acreditação de Assamoi, Nyusi afirmou que o Governo moçambicano deverá prestar todo o apoio para o sucesso da missão diplomática costa-marfinense.
“Expresso o desejo de ver as relações entre os nossos países cada vez mais profundas e consolidadas, pelo que a primazia deve ser dada a assinatura do acordo geral de cooperação”, disse o Chefe do Estado.

O Presidente da República sublinhou que a indicação de Assamoi deverá impulsionar um trabalho cada vez mais conjunto para o melhor uso do potencial económico existente em Moçambique para o benefício dos dois países.

Sobre Cuba, a formação na área de saúde constitui destaque das relações entre ambos países, pois para além de este país estar presente no sector de saúde com os médicos que cá já estão, também a participa na formação de médicos em Moçambique, sem contar com as áreas do turismo, biotecnologia, ciência e tecnologia.

Relativamente a Nigéria, a troca de experiência no sector de hidrocarbonetos, agricultura, bem como o cumprimento das agendas africanas, são as principais áreas que devem ser fortificadas na cooperação entre os dois países,

Quanto ao Ruanda, a componente empresarial tem sido o centro das relações entre os dois países, e tem criado sinergias de modo que o papel de ambos possa trazer um contributo para o desenvolvimento do continente africano.
Com a Roménia, há a realçar o facto de este país ter ajudado e ainda ajudar Moçambique na formação de quadros moçambicanos na área técnica, como especialistas da área de hidrocarbonetos e da petroquímica.

Para Nova Zelândia, a cooperação ainda se mostra incipiente, pese embora as relações diplomáticas estarem “muito boas”. O destaque vai para a agricultura, que será uma das áreas bem forte. Nova Zelândia é excelente neste domínio e está empenhada em transmitir o melhor da sua experiência para Moçambique.